Imagem ilustrativa de Homem se Libertando

Em casos mais extremos, a dependência química (álcool e/ou drogas) costuma deixar o indivíduo refém da substância, sem a capacidade de avaliar o mal que ela faz a si e às pessoas que estão próximas. Com isso, por mais evidentes que sejam os danos causados, o dependente rejeita qualquer possibilidade de tratamento..

Há casos em que o dependente químico já passou por uma série de internações voluntárias em comunidades terapêuticas, grupos de auto-ajuda, sem resultado efetivo, e por isso não queira mais se tratar, por mais que o problema persista.

A família, por outro lado, muitas vezes pega de surpresa, não sabe que atitude tomar diante de uma situação tão séria. E neste caso, a decisão mais correta é internar a pessoa. A possibilidade de recuperação deve prevalecer sobre a certeza de que as drogas levam a caminhos que vão da desorganização familiar até a morte por doenças relacionadas ao consumo.

É neste momento que a abordagem feita por profissionais treinados e preparados em lidar com casos de relutância, se torna fundamental para que o indivíduo consiga enxerga sua verdadeira condição e realidade concordando em se engajar em um tratamento de forma voluntaria.

Veja o que diz a Legislação Brasileira e tipos os de Internações

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